Sábado, 31/07/2010 
 Arquivo bicoline
 Acontecimentos
 Entrevistas
 Educação
 Economia
 Esporte
 Fotos
 Lazer
 Saúde
 Fale Conosco
III Motocross de Augustinópolis

Baile de Formatura - Enfermagem FABIC

XI Arriá du Centu du Ogustu
 

Propaganda de Alckmin que faz crítica a Lula é proibida pelo TSE

SILVANA DE FREITAS da Folha Online, em Brasília

O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Marcelo Ribeiro proibiu a campanha do candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) de reapresentar uma propaganda eleitoral em que ataca o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva.

Trata-se de inserção veiculada às 19h15 da última sexta-feira. Ela mostra Lula na campanha de 2002 afirmando que o PT cresce a cada eleição porque sabe governar. Em seguida, o locutor diz: "Mensalão, Waldomiro, caixa dois no PT, corrupção nas estatais, dólar na cueca, máfia das ambulâncias. O Brasil vive a maior crise de corrupção da história. E você ainda acredita no Lula?"

Relator de representação de Lula contra Alckmin, Ribeiro viu nessa propaganda ofensa ao petista, por causa da relação estabelecida entre a atual crise política e a imagem de Lula. "A vinculação da afirmada "maior crise de corrupção da sua história" à credibilidade do atual presidente me parece, em um juízo provisório, ofensiva", disse, ao conceder liminar a Lula.

Desde a semana passada, quando o tucano mudou o tom da campanha e passou a criticar Lula no seu horário gratuito na televisão, o TSE concedeu outras duas liminares proibindo trechos da propaganda eleitoral de Alckmin. As decisões anteriores impedem que ele reapresente o trecho final de dois programas em bloco, veiculados na terça e na quinta-feira passadas.

Nesses casos, os ministros Marcelo Ribeiro e Carlos Alberto Menezes Direito não viram ofensa ao presidente Lula, mas irregularidade por falta de identificação dos partidos que integram a coligação de Alckmin (PSDB-PFL).

Os três casos ainda não foram julgados pelo plenário.

Por sua vez, o presidente Lula tem sofrido sucessivas condenações do TSE, ligadas a "invasão" do horário eleitoral de candidatos petistas e aliados a governador.

 

 Publicidade

CRÉDITOS