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| III Motocross de Augustinópolis |
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| Baile de Formatura - Enfermagem FABIC |
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| XI Arriá du Centu du Ogustu |
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Caminhada pelas ruas de Augustinópolis homenageia as mulheres |
Da Redação |
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| Fernandes/Correio do Norte |
Na manhã do último dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, homens e mulheres da região do Bico do Papagaio estiveram juntos em comemoração à data. Na programação, os homens saíram em passeata iniciada no Posto Bandeirante e as mulheres no Posto Tracy Anne. Os dois grupos se uniram na Praça Ary Valadão onde, entre músicas e discursos, reforçaram a luta pelos direitos das mulheres e contra a violência doméstica.
O evento, organizado por várias entidades, entre elas a ASMUBIP, MIQCB, CNS, AMB, FETAET, CPT, APA-TO, COOPTER, ARENT, ABIPA, Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio e associações de assentamentos do Bico do Papagaio, contou com o apoio também de várias entidades, entre as quais estava o Centro de Referência e Atendimento à Mulher em Situação de Violência, que foi o primeiro lugar visitado pelo grupo após saírem da Praça Ary Valadão em direção a Feira Coberta.
Na Feira, os discursos e palestras continuaram. Em todos eles o que se pôde sentir foi a força de vontade das mulheres em fazer do dia 8 um dia, realmente, especial. “É preciso começar discutir esse dia. Temos que lutar para que o dia 8 de março seja um feriado nacional ou municipal para não impedir que as mulheres saiam para as ruas. Precisamos de direitos, de políticas públicas”, disse Maria Senhora Carvalho da Silva, informando ainda que a iniciativa do evento partiu dos homens. “Que essa atitude dos homens sirva de exemplo para todo o resto do país”.
“Realizamos essa macha dos homens porque não aceitamos que outros homens pratiquem violência contra a mulher. Todo homem tem uma filha, uma mãe, uma irmã e, certamente, não gostaria que ela fosse violentada”, disse o representante da APA-TO, João Palmeira, que vê o movimento como o “despertar de um novo homem na região do Bico do Papagaio, principalmente em Augustinópolis onde é grande o número de casos de violência contra a mulher”.
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