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| Sábado, 31/07/2010 |
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"A assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda, informou que o dia e o horário da audiência ainda não estão confirmados." O fragmento acima reproduzido foi extraído de notícia relativa à nova ida do ministro Palocci à Câmara para prestar esclarecimentos à comissão especial que analisa a Proposta de Emenda Constitucional sobre o desenvolvimento do ensino fundamental. O deslize gramatical do redator está no uso de uma vírgula entre o sujeito e o predicado da oração. Entende-se por "sujeito" da oração a expressão que representa aquele ou aquilo de que se fala. Na prática, para encontrar o sujeito de uma oração, "pergunta-se" ao verbo "quem?" ou "quê?". A resposta a uma dessas perguntas será o que se chama, na análise sintática, de "sujeito" da oração. O predicado, por sua vez, é aquilo que se declara sobre o sujeito. Uma oração é composta de sujeito e predicado. É princípio da pontuação não empregar vírgulas entre o sujeito e o predicado nem entre termos complementares (verbo e objetos, nome e complementos ou adjuntos adnominais). Observe frases como as seguintes:"Quem viver verá", "Quem ama educa", "Quem tudo quer tudo perde". "Quem viver", "Quem ama" e "Quem tudo quer" exercem a função de sujeito, respectivamente, de "verá", "educa" e "tudo perde". Daí não haver vírgula nesses períodos. Veja, abaixo, o texto corrigido: A assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda informou que o dia e o horário da audiência ainda não estão confirmados. |
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